sexta-feira, 2 de novembro de 2012

A princesa Dona Isabel: uma mulher cristã a serviço do povo brasileiro

Atualmente estamos vendo um renascimento do interesse por uma dos vultos mais importantes e significativos da monarquia brasileira e, ao mesmo tempo, da segunda metade do século XIX e início o XX. Trata-se da princesa Isabel. Uma mulher simples que conseguiu, de forma rara, fundir a nobreza, a fé cristã e a atividade política. Já no século XIX a princesa Dona Isabel conseguiu colocar em prática o ideal de união entre os valores do Evangelho e a experiência política. Esse ideal é defendido e incentivado pela Igreja.

De forma rara e surpreendente a princesa Dona Isabel conseguiu unir duas grandes virtudes, sendo elas: a fé cristã e o serviço público ao povo brasileiro.

De um lado, a princesa Dona Isabel foi à mulher que soube viver radicalmente a fé e os valores do Evangelho. Mulher de oração, seu modelo de mulher era a Virgem Maria, boa esposa e ótima mãe. Do outro lado, ela foi uma mulher a frente do seu tempo.

Muito antes de se falar em emancipação e de participação da mulher na vida pública, a princesa Dona Isabel já estava mergulhada e engajada nas lutas políticas do Brasil. No entanto, é preciso ressaltar que, ao contrário de muitos políticos e homens públicos que atualmente são encontrados no Brasil e em muitos outros países do mundo, políticos profissionais preocupados com o acumulo de riqueza e de poder; a princesa Dona Isabel foi uma mulher que levou para dentro da vida pública os valores do Evangelho e a doutrina da Igreja. Por causa disso ela conseguiu estar a serviço do povo brasileiro. Um serviço prestado, por exemplo, na luta contra a escravidão, pela difusão da cultura e da educação.

A princesa Dona Isabel não foi uma política profissional, ou seja, o tipo de pessoa que vive em busca de cargos e honrarias do Estado. Exerceu sim com muita humildade os cargos previstos na constituição, sendo a princesa Dona Isabela primeira senadora do Brasil, cargo a que tinha direito como herdeira do trono a partir dos 25 anos de idade, segundo a constituição imperial brasileira de 1824 - a primeira carta constitucional do Brasil.

Assumiu por três vezes a regência do império durante as viagens do imperador Pedro II ao exterior. Na sua primeira regência (1871-1873), sancionou a Lei do Ventre Livre, pela qual libertou os filhos que nascessem de mãe escrava. Seu segundo período na regência ocorreu quando da viagem de Pedro II aos Estados Unidos (1876-1877). Na sua terceira oportunidade como regente (1887-1889), sancionou a lei que abolia a escravidão, a Lei Áurea, em 13 de maio (1888). A decisão valeu à princesa imperial a condecoração Rosa de Ouro, concedida pelo papa Leão XIII.

Em grande medida, sua luta foi silenciosa, nos bastidores da vida política brasileira. Com isso, na condição de filha do imperador e de princesa, ela soube usar o prestígio que desfrutava em prol das grandes lutas sociais do seu tempo.

É preciso ressaltar que essa luta não foi marcada pelo espírito antirreligioso e antievangélico que está em moda nos círculos de intelectuais do Brasil e de outras partes do mundo. Sua luta foi alicerçada pelo Evangelho, pela devoção a Virgem Maria e, por conseguinte, pela doutrina cristã.

Em grande medida, a princesa Dona Isabel só conseguiu ser a grande figura feminina da política brasileira do século XIX, porque sempre esteve fundamentada na fé cristã.

Por causa disso ela, um personagem do século XIX, é um modelo a ser seguido pelos homens e mulheres do século XXI. Homens e mulheres que, muitas vezes, ficam perdidos diante de tantos modismos, de tantas exigências de competência e de superação profissional. A princesa Dona Isabel nos apresenta uma vida simples, marcada pela oração, mas rica em lutas sociais. Esse é um estilo de vida que se seguido por nós poderá ajudar muitos brasileiros – (e não somente as mulheres as quais ela é representante) – a superarem o medo e a angustia que nascem no cotidiano e irem à busca da santificação pessoal e da transformação das estruturas sociais.

Ivanaldo Santos (ivanaldosantos@yahoo.com.br)
Filósofo

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Socialismo Moreno


Darcy Ribeiro, ideólogo de uma variação do Nazismo,
o "socialismo moreno"
 Essa semana me deparei com o conceito de “socialismo moreno” na Internet. Criação do ideólogo Darcy Ribeiro. Segundo o autor, seria necessário construir no Brasil um “socialismo diferente do que ocorreu na Europa”, ao qual ele chamou de “socialismo moreno”. Pode parecer um termo esdruxulo (e é), mas por trás dessa aparente pilhéria, há uma ideia bem nefasta.

Basta que se analise com seriedade o “pensamento” do autor. "QUAL A RELAÇÃO SE PROCURA ESTABELECER ENTRE A COR DA PELE E O MODELO DE PRODUÇÃO?" De que forma a especificidade da configuração racial de um povo poderia redimir o ideal marxista das 200 milhões de mortes que tal ideal provocou ao longo das tentativas de implantação do mesmo.

Por outra: se o “SOCIALISMO DOS DE RAÇA MESTIÇA” seria diferente do SOCIALISMO QUE SE LHE OPÕE (O SOCIALISMO DOS DE RAÇA NÃO-MESTIÇA), de que forma a “mesticidade” do povo brasileiro poderia gerar essa diferença e assegurar que a implantação de tal modelo não viria a cometer os mesmos insucessos e as mesmas atrocidades que cometeu em todos os lugares onde foi implantado????

Aliás, é IMPORTANTE notar que nem criativo o enunciado é, porque a proposta do controle estatal dos meios de produção unido à exaltação da configuração racial predominante na população do país no qual se quer implantar tal controle já foi feita ANTES pelo National Sozialismus alemão, com resultados amplamente conhecidos por todos.

A diferença é que Hitler fazia apologia populista dos cidadãos de raça pura, enquanto Darcy Ribeiro faz apologia populista dos cidadãos de raça mista, dessa forma RESTA EVIDENTE À LÓGICA que se trata de um NAZISMO COM SINAL TROCADO. Qual será o próximo passo da implantação do ideal ribeiriano no Brasil? Mandar os não-mestiços para câmaras de gás?

Da mesma forma que o fato de Monteiro Lobato ser o maior escritor infanto-juvenil em Língua Portuguesa não habilita as obras dele a disseminar (o que a esquerda vê como) racismo, ANALOGAMENTE o fato da esquerda ficar ouriçada diante da mera menção do nome “Darcy Ribeiro” não o coloca acima da lei. E, no Brasil, NAZISMO É CRIME. Portanto, os mesmos mecanismos jurídicos que foram movidos para censurar Monteiro lobato, devem ser movidos para deter a disseminação desse NAZISMO TROPICAL RIBEIRIANO.

Justiça em Evidência

Artigo de Plínio Zabeu,
Clique aqui para ler o original

Como já tem sido comentado com muita freqüência, em  2003 tinha início um novo tipo de governo. Aquele que fora  por muito pouco tempo um operário, passando a líder sindicalista, “profissão” que exerceu por décadas, além de colaborar na fundação de um novo partido político, Lula assumia o cargo de presidente do país  que saíra de um terrível  período econômico e se livrara do mal inflacionário além  de  controlar bem as  atividades governamentais. Isso tudo aconteceu  com as eficientes  decisões conhecidas  por todos os que de alguma maneira se interessavam,  e assim continuam,  pelo andamento do país.

Sempre é bom lembrar que o partido vencedor  fora criado com  úteis propósitos,  visando o fim da politicagem e da corrupção que, pouca ou até muita, sempre existiram.

Todos esperavam uma nova era, pois o governo que se findava, executou uma admirável política de transição entre a eleição e a posse, colocando com clareza tudo o que existia nos diversos setores. 
Uma nova era que, com alternância de poderes, caracterizava a real democracia.

O presidente inicialmente fez bem a sua parte  que foi seguir fielmente os princípios recebidos da administração anterior e, auxiliado pelo desenvolvimento extraordinário da economia mundial – que não acontecia desde os anos 70 – tinha tudo para  fazer uma ótima administração marcando época.

Mas algo aconteceu de ruim. Os princípios declarados do partido não foram seguidos e a corrupção, que a maioria acreditava que teria fim, na realidade foi estimulada, foi alimentada com a facilidade de apropriação de dinheiro público e foi criada a atuação hoje conhecida como mensalão. Foi graças à denúncia de um dos envolvidos (deputado depois cassado)   mais  a imprensa livre,  que o povo tomou conhecimento de tudo.

O presidente perdeu uma ótima oportunidade de se firmar como extraordinário  comandante e, pelo contrário, colaborou e até participou (como hoje sabemos claramente) da atividade corrupta.  Usou toda sua autoridade e prestígio popular para encobrir tudo e declarando que se tratava de uma atividade bastante comum, também conhecida como Caixa 2 (atividade criminosa como bem definiu uma ministra do STF).

Muito dinheiro correu nas altas esferas. Apoios foram comercializados para fortalecimento do  partido principal e aliados.  A partir de 2006 tudo já era sabido. E por que nada foi feito para combater o crime? A culpa de tudo cabe exatamente à oposição, que simplesmente se calou diante do horrendo espetáculo. Não se sebe realmente o motivo.

Parece que também no PSDB houve algo parecido para favorecer um político mineiro. Mas existiram também os componentes da parte boa. Autoridades e imprensa não se calaram. O mensalão foi duramente criticado até que algo finalmente foi feito.

Demorou muito sim, mas agora, 6 anos depois, estamos assistindo a um julgamento sério, ou “quase sério” já que entre os ministros do STF existem dois intimamente ligados ao partido comandante.  Mas o que se nota é o progresso da seriedade, mesmo levando em conta o comentário de Lula sobre o julgamento: “A condenação dos réus Dirceu, Genoino e Delúbio não passa de  hipocrisia”. Imaginem  se um  ex presidente poderia assim classificar uma decisão da mais alta corte judicial do país? No Brasil isso pode até acontecer. Mas não deixa de ser uma grave ofensa aos ministros da mais alta corte.

O caso caminha para a reta final. Falam em recursos internacionais como se isso fosse possível e viável. O que o brasileiro decente espera  é a condenação dos corruptos para que se inicie uma nova fase na política brasileira. Obrigado, senhores miniistros

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Homenagem 15 de Outubro - Dia do Monarquista

Antonyo da Cruz
Presidente Executivo do IBI

Tudo tem início em uma quarta feira, 22 de abril de 1500, quando a frota de Cabral sob os auspícios do Rei Dom Manoel I, chega à Terra de Vera Cruz, e a primeira missa é rezada no domingo seguinte dia 26 por Frei Henrique de Coimbra.

E assim nasceu mais o abençoado estado português batizado com o nome de Brasil. Em 26 de janeiro de 1532, Martin Afonso de Souza fundou a primeira vila portuguesa na América, que se chamou de São Vicente. Em 22 de agosto do mesmo ano ocorreu a primeira eleição das Américas, sendo eleitos os primeiros oficiais (vereadores) da Câmara da vila de São Vicente.

Em 1549 foi criado cargo de Governador-Geral do Brasil, por D. João III, como forma de incrementar a presença da Administração de Portugal no Estado Português na América (Brasil), Tomé de Sousa, foi nomeado o primeiro governador-geral.

Já o cargo de Vice-Rei foi instituído pela primeira vez em 1640, pelo rei Filipe III. Contudo, nem todos os governadores coloniais que lhe sucederam ao longo dos setenta anos seguintes usaram o título de ViceRei, sendo este apenas conferido a mais alta fidalguia, foram eles: Jorge de Mascarenhas o Marquês de Montalvão foi nomeado por Filipe IV de Espanha como 1º vice-rei do Brasil (1640).

D. Vasco Mascarenhas, o Conde de Óbidos, foi o 2º vice-rei do Brasil. D. Pedro António de Menezes Noronha de Albuquerque o Marquês de Angeja, foi o 3º vice-rei do Brasil. Dom Fernando José de Portugal e Castro, Marquês de Aguiar e Dom Marcos de Noronha e Brito Conde dos Arcos, foram respectivamente os 14º e 15º, e últimos vice-reis do Brasil.

A função de Vice-Rei deixou de existir após a chegada de D. João VI, em 1808. Em Dezembro de 1815, o Brasil foi elevado da condição de Estado a Reino integrado na Coroa de Portugal, formando-se assim o chamado Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.

Com a Independencia em 1822 foi instituido o Império do Brasil (1822-1889), e em 12 de outubro de 1822, o Príncipe D. Pedro foi aclamado Imperador com o título de D. Pedro I, sendo coroado em 01 de dezembro.

A elevação de Pedro II ao trono imperial em 1831, por contar com 5 anos de idade, foi criada uma regência para governar em seu lugar até que atingisse a maioridade. Em 18 de julho de 1841, Dom Pedro II foi aclamado, coroado e consagrado. Governou até a quartelada em 15 de novembro de 1889.

Homenageamos neste dia 15 de outubro todos os personagens da história monarquista desde a chegada de Cabral ao Brasil, e também todos aqueles monarquistas que continuam até hoje fazendo e contando a história da monarquia brasileira.

Tantos monarquistas eméritos poderiam ser enumerados, desde 1889 continuaram apoiando e defendendo a Família Imperial Brasileira e o sistema parlamentarista monárquico constitucional.

No início dos anos 90 do século passado participaram ativamente da campanha do plesbicito de abril de 1993 que propunha o retorno da monarquia no Brasil. E não pararam por ai tantos os Decanos como os Jovens Monarquistas permanecem na luta, agindo para atingir o objetivo – a restauração do Sistema Parlamentarista Monárquico Constitucional do Império Brasileiro, um mecanismo institucional evoluído, moderno, experimentado em países democráticos, com alto IDH e estabilidade política, que possa vir a somar positivamente com a nossa forte economia e nossas riquezas como nação.

Assim sendo o Instituto Brasil Imperial Instituí-o o dia 15 de outubro como o Dia do Monarquista em nosso país, e presta assim justa homenagem a todos os monarquistas do Brasil.

Comemorações

                  
 
Aconteceu no salão nobre da Casa de Portugal em São Paulo a comemoração do Dia do Monarquista (15 de outubro), instituído pelo IBI (Instituto Brasil Imperial) em 14 de janeiro de 2012, conforme registro nº 632873 do 3º oficio de registro de títulos e documentos da Capital de São Paulo.

No almoço comemorativo o Comendador Antonyo da Cruz, presidente do IBI, fez a entrega de certificado alusivo ao Dia do Monarquista, às seguintes autoridades monárquicas: SAIR D. Bertrand de Orleans e Bragança Príncipe Imperial do Brasil, ao Dr. José Guilherme Beccari Presidente da Pró-Monarquia e o Dr. Júlio Rodrigues Presidente da Casa de Portugal.

Palavra do Presidente outubro 2012: Hora de Acordar

Depois de passados oito anos nós estamos assistindo o julgamento dos envolvidos no escândalo do mensalão, o que é o mensalão? É a distribuição de dinheiro publico recolhido através dos descontos no holerite do nosso salário e dos impostos que pagamos ao fazermos as nossas compras e roubado dos cofres públicos através da distribuição pelo executivo para os bolsos de políticos desonestos.

Causa estranheza que até agora não se falou em devolução ao tesouro nacional, do dinheiro desviado para negócios ilícitos e compra de votos para aprovação de projetos que estão levando nosso país à esquerdização de nosso sistema politico e a submissão do povo ao Estado.

Até quando vamos continuar a pagar os impostos ao governo e em vez de vermos o retorno em estrutura e serviços públicos, assistimos diariamente a farta distribuição de verbas a deputados e senadoras para aprovarem a enxurrada de medidas provisória enviadas pelo governo para votação.

Passamos também por uma onda de violência sem precedentes, a guerra civil já é um fato só falta ser declarada, até parece que as Farc se mudou da Colômbia para o Brasil, e dizer que tudo isso começou no início dos anos 80 quanto um ex-exilado politico foi eleito Governador de Estado.

Foi voz corrente à época no folclore policial carioca que Leonel de Moura Brizola usou armas ilícitas para ganhar a eleição para Governador do Estado do Rio de Janeiro nas eleições de 1982 para o mandato de (1983-1986), Brizola fez um acordo com os traficantes Jose Carlos dos Reis Encina (o Escadinha) e com seu irmão Paulo dos Reis Encina (o Paulo Maluco).

Com o apoio do também traficante Paulo Roberto de Mouro Lima (o Meio Quilo), o Japonês, entre outros, e escadinha e Paulo Maluco Leonel Brizola ganhou estourado a votação nos morros e favelas do Rio de Janeiro. Em troca, eleito, Brizola garantiu o “livre comércio” de drogas, sem a interferência policial.

Nada está escrito para atestar esse acordo criminoso, mas um fato é certo o povo lembra muito bem que a polícia foi proibida de subir os morros, os helicópteros policiais defesos de sobrevoarem as favelas; assim, estas e outras resoluções favoráveis ao fortalecimento da marginalidade, tomadas pela Casa Civil de Brizola, fizeram com que a polícia não conseguisse mais controlar o crescimento das quadrilhas/bandos organizados, como Comando Vermelho, Falange Jacaré, etc.

Hoje para darmos satisfação ao mundo (copa e olimpíadas) foram criadas as Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), é claro que aplaudimos a iniciativa, porem o problema não fica totalmente resolvido, para adentrar no morro primeiro o povo é avisado através de intensa vinculação na mídia e é lógico que os bandidos vão cantar em outro galinheiro, ou estão achando que eles vão ficar esperando a policia tomar conta da favela.

È dito que para se ganhar uma guerra é necessário fechar um flanco de cada vez até que o inimigo seja totalmente encurralado, mas essa estratégia milenar não está sendo usada pela nossa policia, é lógico e nem poderia. De que adianta prender um Escadinha, um Paulo Louco se os grandes fornecedores, aqueles que compram no exterior e distribuem aos Escadinhas e aos Paulos nunca são presos. Se o governo quiser realmente resolver o problema ele pode e tem as ferramentas necessárias, é só lançar mãos dos Arapongas e da Policia Federal e efetuar a prisão de não mais de 20 milionários que podem talvez estar disfarçados das mais diversas atividades tais com de Grandes Empresários ou até mesmo de Poderosos Políticos.

E o pior é que não temos em quem nos apoiar, não temos um chefe de Estado que detenha o quarto poder (poder moderador) para promover o equilíbrio das instituições e a segurança da nação trazendo um bem estar ao povo, hoje o poder está concentrado em uma só pessoa que manda e desmanda à sua vontade sem dar satisfação a ninguém, é uma ditadura muito bem disfarçada de democracia.

Acorda Brasil, quanto mais demorar mais difícil fica, vamos todos por as mãos à Obra pelo futuro da Nação.

Comendador Antonyo da Cruz
IBI-Instituto Brasil Imperial
Presidente Executivo

sábado, 20 de outubro de 2012

10% do PIB para a educação, uma péssima notícia

Aumentar os gastos com educação de 5,1% para 10% do PIB esperando que isso se reverta em uma melhora no sistema de ensino, faz tanto sentido quanto dizer ao dono do posto “Olha, eu vou passar a te pagar o dobro do que você está cobrando pelo litro de gasolina e, em contra partida, no futuro você vai me vender uma gasolina que faça meu carro andar mais com a mesma quantidade de litros".
 
A principal notícia dessa semana foi a de que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de Deputados aprovou a elevação dos gastos com educação dos atuais 5,1% do PIB para 10% do PIB. A informação é apresentada pela mídia como uma "conquista popular", conforme você pode conferir no texto abaixo:
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de Deputados deu um passo importante, nesta terça-feira (16), para criar as condições materiais para superar as deficiências representadas por um dos principais problemas brasileiros, a educação. A CCJ aprovou o projeto criando o Plano Nacional de Educação (PNE), que determina a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a área de Educação.
[...]
Lutar pelos 10% do PIB para a educação é a tarefa desta geração, disse Daniel Iliescu, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), que comemorou a decisão. Renato Rabelo, presidente nacional do Partido Comunista do Brasil, destacou o papel da juventude nessa luta fundamental, e relatou a simpatia manifestada pela presidenta Dilma Rousseff na busca de uma educação de qualidade e seu entusiasmo pelo empenho da juventude nesta luta de profunda consequência para o avanço do país.
Texto reproduzido do site "Correio do Brasil", cofira o original clicando abaixo



Mas, quanto de verdade existe nessa história? Nenhuma verdade!!!! É tudo enganação construída peça por peça para ludibirar a população, que não tem acesso a informação e -- dessa forma -- não pode ter discernimento em relação ao que lhe é apresentado. E para perceber esse FATO, basta passar os olhos na tabela abaixo:
Perceba que países de primeiro mundo como Reino Unido, Suíça, Estados Unidos e Alemanha, que possuem excelentes sistemas de ensino, gastam MENOS com educação do que o Brasil. O caso mais explícito é o da Coréia do Sul (marcado em azul na tabela) que gasta menos com educação, mas ostenta a posição de segundo melhor sistema de educação do mundo (Ranking do PISA), enquanto o Brasil, que gasta mais, tem o pior sistema de ensino entre os 30 países do mundo que mais gastam com educação, mantendo a posição 53 no ranking mundial... Pronto, os números não mentem.

Qualquer gestor do setor privado sabe que primeiro é necessário potencializar ao máximo o aproveitamento dos recursos que já se dispõe para só então ser capaz de pleitear dos superiores ou dos financiadores recursos adicionais. Os números acima mostram que o Brasil está MUITO LONGE de estar aproveitando bem os recursos para a educação. Além disso, qualquer dona de casa sabe que um produto mais caro não significa necessariamente um produto melhor.

De onde nasceu essa sanha para dobrar o gasto com educação??? O governo deveria estar preocupado e empenhado em melhorar a educação oferecida ao povo brasileiro, mas isso daria muito trabalho e poderia levar anos. É muito mais fácil tramitar um projeto desse tipo no congresso (cujo julgamento do mensalão provou que já foi COMPRADO pelo governo diversas vezes), assim passa a impressão que o governo está trabalhando pelo "bem do povo" e, de quebra, aumenta as verbas e as possibilidade de desvio das mesmas.

O terreno foi preparado pela repetição massiva do slogan "o Brasil precisa investir mais em educação". O governo lançou a ideia, os meios de comunicação a espalharam e a população a repete em transe hipnótico zumbi. Agora, a torneira está aberta e a única alteração é que ficará mais fácil desviar verbas, uma vez que estas serão maiores.

Perceba na base do cartaz todas as entidades de "movimentos sociais" que são usadas pelo governo como
interface para convencer a população de que se trata de uma demanda da sociedade.
Uma força para o "marxismo cultural"

Há ainda outro problema adicional: o sistema de educação brasileiro está empestado de professores marxistas que disseminam ideias completamente fora da realidade para crianças que não possuem nem conhecimento, nem cultura, nem informação para julgar o conteúdo que estão recebendo. Confiram abaixo o trabalho de um doutrinador marxista capturado por um aluno com um celular.
 
Aos 1:10 o professor pergunta: "Vocês sabem qual foi o primeiro cara que pregou uma sociadade comunista?" E ele Mesmo responde "Jesus Cristo". Em 1:50 ele diz "Ser comunista não é querer comer criança, até porque isso é coisa do Papa", em uma total FALTA de respeito pelos próprios alunos.

Assim, está claro que o que está por trás de todo esse frisson é, na verdade, o aumento do poder de doutrinar os alunos nos moldes marxistas com o objetivo de implantar o comunismo no Brasil, segundo a estratégia traçada por Antonio Gramsci e seguida pela agenda do Foro de São Paulo.

Na república, a "verdade" é confundida com a opinião pública. É o velho ditado romano "vox populi, vox dei" levado às últimas consequências. Acontece que a opinião pública pode ser manipulada (conforme fica claro no vídeo acima). Quem detém o controle sobre a opinião pública, dessa forma, passa a deter o controle sobre a "verdade" e, consequentemente, sobre o rumo da História.

Jovem idiotizada pelo "marxismo cultural" fazendo piada
com assunto sério

O antídoto é a monarquia

Em um sistema de governo monárquico, o Imperador representa o poder moderador. Ele é uma figura responsável pela nação e que goza da posição acima dos interesses partidários, das visões imediatistas. Trata-se de uma pessoa que foi educada desde a mais tenra infância para compreender as questões políticas. Portanto, a monarquia é o ÚNICO sistema de governo que pode dispor de ações tomadas efetivamente visando o bem comum e não os interesses individuais egoístas disfarçados de bem comum.

Leitura recomendada: Confira o excelente artigo de Reinald Azevedo sobre o ENEM.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

A grande neblina republicana

Artigo de Égon Nascimento



Deodoro da Fonseca: herói? vilão?
ou um inocente útil???
Há 122 anos, Deodoro da Fonseca derrubava o imperador Pedro II através de uma quartelada executada pela madrugada. Enquanto os brasileiros dormiam, o imperador era destituido de seu trono para matar toda a sede de poder que atormentava uma minoria republicana. Sem nenhuma resistência, Pedro II foi preso e, logo em seguida, mandado para o barco que o levaria para o exílio. Tal barco já possuia hasteada a vergonhosa bandeira dos "Estados Unidos" do Brasil. O imperador faleceu em 5 de dezembro de 1891 de pneumonia, deixando para trás, um país órfão e à mercê de estranhos.

Passaram-se os anos. Podemos ver atualmente que o nosso país ainda está cercado de patrimônios imperiais, desde casarões históricos a instituições que funcionam até hoje! Porém, o mais impressionante foi o grande esforço da república em provocar uma série de vandalismos com a própria história, uma tentativa de apagar a delicada memória do Brasil, ou seja, negar o passado do Brasil para os brasileiros. Seja ele em alterar a história, ou abandonar patrimônios públicos, como aconteceu com as ferrovias por exemplo.
Vemos em livros didáticos, o modus operandi da república em difamar o Império através de histórias distorcidas do Primeiro Reinado. A figura de D. Pedro I é sempre associada a autoritarismo, como se a única coisa que ele tenha feito teria sido apenas mandar e esbanjar dinheiro. As revoltas são outro assunto que a história oficial republicana distorce, como se o povo brasileiro fosse hegemonicamente republicano e tivesse exigindo o fim da monarquia, até que então, acontece a abdicação.

Mas as distorções não param por aí, no Segundo Reinado não se explica quase nada sobre a vida e a pessoa do imperador Pedro II. O método de ensinamento é simples: em geral, resume-se apenas a Guerra do Paraguai, a questão abolicionista e o golpe militar que "fez o Brasil ser um país mais sofisticado". Quanto a Guerra do Paraguai, vemos ensinamentos marxistas onde a guerra é tratada pelos interesses "imperialistas" dos britânicos e que havia um jogo de cartas marcadas em meio aquilo tudo, quando na verdade não era nada disso. E no final, colocam todos os combatentes da guerra como republicanos convictos e dispostos a derrubar a monarquia a qualquer custo, porque "ela era a principal causa do atraso no Brasil". E finalmente, o Golpe Militar que derrubou D. Pedro II é sempre visto como um golpe que salvou o Brasil, e que Pedro II teria sido finalmente expulso do trono e do Brasil como uma pessoa totalmente desagradável, para a "alegria geral da nação".

Também existem outros métodos utilizados pela mídia para difamar a monarquia brasileira ainda mais, usados ao longo desses anos de maneira descarada, como novelas, minisséries, filmes, etc. Isso porque, por se tratar de um país republicano, é FUNDAMENTAL que qualquer verdade sobre os belos feitos do Império não cheguem ao imaginário do povo brasileiro, e sim, deve-se perpetuar a visão de um sistema de governo racista, escravagista, atrasado, inimigo do surfrágio universal e inimigo dos direitos do cidadão. Porém, eles em nenhuma circunstância poderão apagar a pequena chama do Império que ainda se mantém acesa no coração de muitos brasileiros...

Quem sabe um dia?